22 novembro 2004

VITAMEDIAS

Cortar o mal pela raiz: O que é verdadeiramente devastador - para a classe em geral e a imagem dos prevaricadores em particular - é esta promiscuidade permanente (e consentida) entre o jornalismo e uma qualquer central de informação, seja ela governamental, da publicidade ou qualquer outra. Por isso deve ser, sempre, uma opção sem retorno. É o que acontece, por exemplo, nos EUA, onde a ?experiência? - como gostam de lhe chamar os especialistas da modalidade - lhes acrescenta tão-só currículo para o ensino.

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