Culturas, economia e política, tecnologia e impactos sociais, media, contaminantes sociais, coisas estranhas... Cultures, economy and politics, technology and social impacts, media, social contamination, weird stuff...
24 outubro 2012
23 outubro 2012
22 outubro 2012
E os economistas, podem ser os próximos?
Italian seismologists convicted for not predicting earthquake: An Italian court convicted six scientists and a government official of manslaughter on Monday and sentenced them to six years in prison for failing to give adequate warning of a deadly earthquake which destroyed the central city of L'Aquila and killed more than 300 people in 2009.
21 outubro 2012
O desaparecimento de (alguns) ecrãs
Why a physical TV set will disappear from our living rooms: In fact, there won’t really be any screens at all.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
Foto-explosão
Pew Study Highlights Explosion of Photo Sharing: The study finds that 46% of internet users post original photos and videos online they have created themselves (the creators), and 41% curate photos and videos they find elsewhere on the internet and post on image-sharing sites (the curators).
Hackitat: political hacking
What compels some people to spend a lot of time and energy on setting up servers, creating programs and even committing crimes to help people in a dictatorship in another country to communicate freely?
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL,
TECNOSFERA
Apanhados dos media
Jornalismo em tempos de crise, agora é que querem olhar para o negócio, via jornalista-programador.
Manifesto para um novo ecossistema da imprensa digital:
1. Supprimer les aides directes actuelles
2. Renforcer les aides indirectes
3. Inciter à la recherche et au développement
4. Favoriser les investissements
5. Impulser une stratégie numérique européenne
6. Défendre la neutralité des supports
7. Étendre le droit à l'information
8. Renouveler la profession
9. Refonder les droits sociaux
10. Établir la confiance
Le néo-journalisme ou la pratique du métier au XXIe siècle: Le journalisme du XXIe siècle se construit au sein d’un écosystème technologique qui lui donne davantage de moyens pour pratiquer son métier, alors que ces mêmes moyens sont aussi accessibles à quiconque bénéficie d’une connexion. Internet a bouleversé la donne, le constat n’est pas neuf mais il continue à poser question car la révolution n’est pas terminée.
Afinal, em quem confiamos? Os meios de comunicação (em geral), os líderes de opinião e os jornalistas são potenciais “profissões” que podem contribuir para um reforço do índice de confiança geral.
New Devices, Platforms Spur More News Consumption: A PEJ survey of more than 3,000 adults also finds that the reputation or brand of a news organization, a very traditional idea, is the most important factor in determining where consumers go for news, and that is even truer on mobile devices than on laptops or desktops. Indeed, despite the explosion in social media use through the likes of Facebook and Twitter, recommendations from friends are not a major factor yet in steering news consumption.
Ten (at least) Ways That Putting Social Media At The Heart of The Newsroom Improves Public Service Service Journalism: But despite all the new technology, every journalist using social media must stick to very old values: accuracy, fact checking, balanced and impartial reporting and simply picking up the phone to ask: “Is it true?”
Online Advertising Poised to Finally Surpass Print: It looks like this is the year that Internet advertising revenue finally surpasses ad revenue in print media.
Who's Really to Blame for the Death of Newsweek? Attention is fleeing paper publications even faster than advertising is abandoning them.
BBC boss explains how new newsroom will "allow us to do what we do better": the same procedures about accurate reporting that have for decades applied to all types broadcast journalism, still apply to social media.
Twitter, Facebook, and old new media: People do tend to read people and not institutions online but a shift away from that has already started happening. A shift back to institutions, actually. Pre-1990s, people read the Times or Newsweek or Time or whatever. In 2008, people read Andrew Sullivan's Daily Dish or Paul Krugman's column in the Times or Gwyneth Paltrow's GOOP. Today, people read feeds of their friends/followees activities, interests, thoughts, and links on sites like Twitter, Facebook, Pinterest, and Tumblr, i.e. the new media institutions. Now, you may follow Daily Dish or Krugman on Twitter but that's not quite the same as reading the sites
Manifesto para um novo ecossistema da imprensa digital:
1. Supprimer les aides directes actuelles
2. Renforcer les aides indirectes
3. Inciter à la recherche et au développement
4. Favoriser les investissements
5. Impulser une stratégie numérique européenne
6. Défendre la neutralité des supports
7. Étendre le droit à l'information
8. Renouveler la profession
9. Refonder les droits sociaux
10. Établir la confiance
Le néo-journalisme ou la pratique du métier au XXIe siècle: Le journalisme du XXIe siècle se construit au sein d’un écosystème technologique qui lui donne davantage de moyens pour pratiquer son métier, alors que ces mêmes moyens sont aussi accessibles à quiconque bénéficie d’une connexion. Internet a bouleversé la donne, le constat n’est pas neuf mais il continue à poser question car la révolution n’est pas terminée.
Afinal, em quem confiamos? Os meios de comunicação (em geral), os líderes de opinião e os jornalistas são potenciais “profissões” que podem contribuir para um reforço do índice de confiança geral.
New Devices, Platforms Spur More News Consumption: A PEJ survey of more than 3,000 adults also finds that the reputation or brand of a news organization, a very traditional idea, is the most important factor in determining where consumers go for news, and that is even truer on mobile devices than on laptops or desktops. Indeed, despite the explosion in social media use through the likes of Facebook and Twitter, recommendations from friends are not a major factor yet in steering news consumption.
Ten (at least) Ways That Putting Social Media At The Heart of The Newsroom Improves Public Service Service Journalism: But despite all the new technology, every journalist using social media must stick to very old values: accuracy, fact checking, balanced and impartial reporting and simply picking up the phone to ask: “Is it true?”
Online Advertising Poised to Finally Surpass Print: It looks like this is the year that Internet advertising revenue finally surpasses ad revenue in print media.
Who's Really to Blame for the Death of Newsweek? Attention is fleeing paper publications even faster than advertising is abandoning them.
BBC boss explains how new newsroom will "allow us to do what we do better": the same procedures about accurate reporting that have for decades applied to all types broadcast journalism, still apply to social media.
Twitter, Facebook, and old new media: People do tend to read people and not institutions online but a shift away from that has already started happening. A shift back to institutions, actually. Pre-1990s, people read the Times or Newsweek or Time or whatever. In 2008, people read Andrew Sullivan's Daily Dish or Paul Krugman's column in the Times or Gwyneth Paltrow's GOOP. Today, people read feeds of their friends/followees activities, interests, thoughts, and links on sites like Twitter, Facebook, Pinterest, and Tumblr, i.e. the new media institutions. Now, you may follow Daily Dish or Krugman on Twitter but that's not quite the same as reading the sites
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
20 outubro 2012
19 outubro 2012
18 outubro 2012
17 outubro 2012
16 outubro 2012
15 outubro 2012
14 outubro 2012
13 outubro 2012
12 outubro 2012
11 outubro 2012
10 outubro 2012
Imagens da imprensa em Portugal, desde 2005
Esta é a imagem de alguma da imprensa de referência em Portugal, desde 2005, usando os dados da APCT, do Netscope e da Anacom (para acessos em banda larga fixa, porque a móvel foi distorcida com os Magalhães).
Lá em baixo está o papel, os saltos ascendentes são os acessos online:
A leitura é simples: papel sempre a descer, com duas excepções:
Entretanto, a banda larga esteve sempre a subir, tal como os acessos a estes media online desde 2007 (os números são dos acessos/visitas e não das "page views", porque vários sites informativos dividem uma notícia em várias páginas ou fazem refrescamento das páginas enquanto os utilizadores lhes estão a aceder, com o mesmo objectivo batoteiro de aumentarem o número de acessos):
O resultado ao longo destes anos? Três exemplos (mas os outros são idênticos, com as devidas diferenças de números):
Diário de Notícias:
Público:
Expresso:
Há duas excepções, curiosamente do mesmo grupo (Cofina). O Correio da Manhã continuou a subir em vendas (mesmo após o fecho do 24 Horas no terceiro bimestre de 2010) mas também no online:
O mesmo aumento de vendas ocorreu com a Sábado mas, neste caso, o online parece não ser o foco (isto quando a edição em papel parece também estar numa fase inicial descendente):
Vistos os números, o que dizer?
1) O clipping foi legalizado em 2008 (embora já viesse de trás), com a publicação da lei dos direitos de autor e conexos. Não é possível estabelecer uma ligação entre o aumento nos acessos aos media online e o impacto do clipping nesses acessos ou venda de exemplares de jornais. No entanto, tendo acesso online a notícias "clipadas" - de um operador de telecomunicações sobre o sector, a notícias da justiça no site de um sindicato de juízes e noutro policial, à recolha de textos sobre o ensino superior em sites de um instituto em Lisboa ou de uma universidade no Norte, a textos de economia num site de responsabilidade social ou num reputado instituto na Bélgica, aos títulos e algum detalhe de todas as notícias do Expresso em papel (o que me leva a decidir se o compro ou não no sábado), a notícias do sector da saúde num site sindical, etc. - alguém me consegue explicar porque vou comprar um jornal impresso?
2) O online impôs-se mas os olhares ainda estão fixos no papel. Tudo bem, é uma opção. Mas, pelo menos, olhem para a distribuição.É impensável um negócio com um tão grande número de sobras. Se um fabricante automóvel produzisse 100 mil veículos todos os dias para deitar fora 30 mil, alguém acreditava num seu futuro viável?
3) Boa sorte. Continuem a investir em apps móveis e a esquecer os conteúdos. Paguem pelas adaptações para os tablets, sem ganharem das operadoras. É como na guerra: só ganham os vendedores de armamento... Despeçam os jornalistas e contratem para os departamentos comercial e de marketing, mas não esperem ter melhores jornais ou mais leitores ou anunciantes.
Ou estou enganado?
A leitura é simples: papel sempre a descer, com duas excepções:
Entretanto, a banda larga esteve sempre a subir, tal como os acessos a estes media online desde 2007 (os números são dos acessos/visitas e não das "page views", porque vários sites informativos dividem uma notícia em várias páginas ou fazem refrescamento das páginas enquanto os utilizadores lhes estão a aceder, com o mesmo objectivo batoteiro de aumentarem o número de acessos):
O resultado ao longo destes anos? Três exemplos (mas os outros são idênticos, com as devidas diferenças de números):
Diário de Notícias:
Público:
Expresso:
Há duas excepções, curiosamente do mesmo grupo (Cofina). O Correio da Manhã continuou a subir em vendas (mesmo após o fecho do 24 Horas no terceiro bimestre de 2010) mas também no online:
O mesmo aumento de vendas ocorreu com a Sábado mas, neste caso, o online parece não ser o foco (isto quando a edição em papel parece também estar numa fase inicial descendente):
Vistos os números, o que dizer?
1) O clipping foi legalizado em 2008 (embora já viesse de trás), com a publicação da lei dos direitos de autor e conexos. Não é possível estabelecer uma ligação entre o aumento nos acessos aos media online e o impacto do clipping nesses acessos ou venda de exemplares de jornais. No entanto, tendo acesso online a notícias "clipadas" - de um operador de telecomunicações sobre o sector, a notícias da justiça no site de um sindicato de juízes e noutro policial, à recolha de textos sobre o ensino superior em sites de um instituto em Lisboa ou de uma universidade no Norte, a textos de economia num site de responsabilidade social ou num reputado instituto na Bélgica, aos títulos e algum detalhe de todas as notícias do Expresso em papel (o que me leva a decidir se o compro ou não no sábado), a notícias do sector da saúde num site sindical, etc. - alguém me consegue explicar porque vou comprar um jornal impresso?
2) O online impôs-se mas os olhares ainda estão fixos no papel. Tudo bem, é uma opção. Mas, pelo menos, olhem para a distribuição.É impensável um negócio com um tão grande número de sobras. Se um fabricante automóvel produzisse 100 mil veículos todos os dias para deitar fora 30 mil, alguém acreditava num seu futuro viável?
3) Boa sorte. Continuem a investir em apps móveis e a esquecer os conteúdos. Paguem pelas adaptações para os tablets, sem ganharem das operadoras. É como na guerra: só ganham os vendedores de armamento... Despeçam os jornalistas e contratem para os departamentos comercial e de marketing, mas não esperem ter melhores jornais ou mais leitores ou anunciantes.
Ou estou enganado?
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
09 outubro 2012
O culto do segredo e os media em Portugal
Deterrence of fraud with EU funds through investigative journalism in EU-27: Threats and intimidation do occur within the EU-27, though, as IPI wrote: ‘Scandals erupted in Portugal, France and Slovakia when governments sought to obtain mobile telephone data to determine the identities of journalists’ sources, while in the United Kingdom the ongoing News of the World phone hacking scandal raised fears of a push for increased government regulation.’
Portugal
Portugal has only known a free press since the Carnation Revolution of April 25, 1974, when the dictatorship was ousted. For several decades after that, investigative reporting boomed, according to a 2005 study. Parts of the media were nationalized and party-affiliated, but there were so many media outlets that different voices could be heard and audiences were eager and enormous.
As in many countries, the Portuguese media over the last years have felt the impact of the financial crisis, with advertising losses, downsizing of print circulation, and declining readership. Still, despite its small language area within the EU, Portugal has six main national newspapers, four dailies and four weeklies. One national newspaper was created in the midst of the economic crisis: i newspaper, with its magazine style front page and a thriving website was launched in May 2009.
Six large media groups control most of the news outlets in the country, all of them with, to at least some extent, foreign-held capital. Most widely read are the dailies Jornal de Notícias, Diário de Notícias and Correio da Manhã, and the weekly Expresso.
There are around 300 local and regional private radio stations; Radio Renascença, which is run by the Catholic Church, has the highest audience. Commercial networks SIC and TVI have been making gains in audience (though not automatically financially) in recent years, providing serious competition for the government-funded public broadcasting channels RTP1 and RTP2.
According to the new government (coalition PSD/CDS) one of the public TV channels will be sold to the private sector before the end of 2012. The state also partly owns press agency Lusa, which is transforming itself into a multimedia news agency, and seven radio stations.
Investigative reporting is lacking in most of the general media, according to contributors to this report. There is no journalists’ association providing training or networking, the only center specifically aiming at media training (CENJOR) teaches journalism classes, but not resulting in a larger investigative output yet. ‘In a country where institutions do not work there is no reason journalism would be the exception, obviously’, said one of the respondents to the study.
Occasional investigative work has a national scope, with the exception of individual journalists contributing to investigative cooperatives as the International Consortium of Investigative Journalists ICIJ.
According to Freedom House, ‘Portugal passed an access to information law in 2003, which is in effect in addition to the 1993 Law of Access to Administrative Documents’. But Wobbing.eu found no proof of active use of FOI laws. Contributors to this report seldom notice use of documents as a tool for building proof in (investigative) stories. ‘The Law and the institution (CADA) created to allow access to administrative documents exist, but the opacity remains a reality.
Most public institutions refuse to disclose even innocuous documents. The cult of secrecy is a reality still today,’ one reporter remarked. Also, the law allows anyone the right of denial of a report, which the press has to publish, even if the basis of the denial is sketchy.
Portugal slightly moved up on the Reporters Sans Frontières Press Freedom Index 2011-2012, from 40th to 33rd position, therewith breaking a downward trend and showing that an economic crisis doesn’t automatically mean infringement on press freedom, as is the case in Greece. But due to strong political affiliation of media owners and editors in chief, there is doubt about true independence amongst critical journalists.
(via Joana Palminha, no FB)
Portugal
Portugal has only known a free press since the Carnation Revolution of April 25, 1974, when the dictatorship was ousted. For several decades after that, investigative reporting boomed, according to a 2005 study. Parts of the media were nationalized and party-affiliated, but there were so many media outlets that different voices could be heard and audiences were eager and enormous.
As in many countries, the Portuguese media over the last years have felt the impact of the financial crisis, with advertising losses, downsizing of print circulation, and declining readership. Still, despite its small language area within the EU, Portugal has six main national newspapers, four dailies and four weeklies. One national newspaper was created in the midst of the economic crisis: i newspaper, with its magazine style front page and a thriving website was launched in May 2009.
Six large media groups control most of the news outlets in the country, all of them with, to at least some extent, foreign-held capital. Most widely read are the dailies Jornal de Notícias, Diário de Notícias and Correio da Manhã, and the weekly Expresso.
There are around 300 local and regional private radio stations; Radio Renascença, which is run by the Catholic Church, has the highest audience. Commercial networks SIC and TVI have been making gains in audience (though not automatically financially) in recent years, providing serious competition for the government-funded public broadcasting channels RTP1 and RTP2.
According to the new government (coalition PSD/CDS) one of the public TV channels will be sold to the private sector before the end of 2012. The state also partly owns press agency Lusa, which is transforming itself into a multimedia news agency, and seven radio stations.
Investigative reporting is lacking in most of the general media, according to contributors to this report. There is no journalists’ association providing training or networking, the only center specifically aiming at media training (CENJOR) teaches journalism classes, but not resulting in a larger investigative output yet. ‘In a country where institutions do not work there is no reason journalism would be the exception, obviously’, said one of the respondents to the study.
Occasional investigative work has a national scope, with the exception of individual journalists contributing to investigative cooperatives as the International Consortium of Investigative Journalists ICIJ.
According to Freedom House, ‘Portugal passed an access to information law in 2003, which is in effect in addition to the 1993 Law of Access to Administrative Documents’. But Wobbing.eu found no proof of active use of FOI laws. Contributors to this report seldom notice use of documents as a tool for building proof in (investigative) stories. ‘The Law and the institution (CADA) created to allow access to administrative documents exist, but the opacity remains a reality.
Most public institutions refuse to disclose even innocuous documents. The cult of secrecy is a reality still today,’ one reporter remarked. Also, the law allows anyone the right of denial of a report, which the press has to publish, even if the basis of the denial is sketchy.
Portugal slightly moved up on the Reporters Sans Frontières Press Freedom Index 2011-2012, from 40th to 33rd position, therewith breaking a downward trend and showing that an economic crisis doesn’t automatically mean infringement on press freedom, as is the case in Greece. But due to strong political affiliation of media owners and editors in chief, there is doubt about true independence amongst critical journalists.
(via Joana Palminha, no FB)
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
A visão
Ministério das Finanças obriga Cinemateca a cortar nas legendas: "Filmes [...] em língua espanhola, como "Los Muertos", de Lisandro Alonso, vão ser transmitidos na língua original, sem espaço para legenda em português. Poderá haver, contudo, legendagem em outras línguas".
Mas que língua podem "Los Muertos" falar na Cinemateca?!?! Ou o disponível online Nosferatu, sem ninguém se queixar da versão em inglês?!? E sim, é melhor do que a dobragem.
Uma pequena história: há alguns anos, quando ainda existia o Festival de Cinema da Figueira da Foz, um filme polaco foi exibido e traduzido em simultâneo. A senhora no palco traduzia o que via. Ninguém se queixou, nem ninguém percebeu se a tradução foi ou não má, apenas atrasada relativamente ao que se via :) Quem quis ver o filme, ficou até ao fim.
Outra história: se Vasco Granja tivesse emitido na RTP os filmes de animação checos na versão original, quantos portugueses mais não estariam hoje na República Checa, em vez de ocuparem este território à beira-mar plantado?
O nosso grande secretário de estado da cultura, com a complacência do nosso grande ministro das finanças, vê mais longe: a cultura a quem a pode traduzir. Notável, o que estes homens fazem pela cultura. A visão, senhores, que visão!!!!
Mas que língua podem "Los Muertos" falar na Cinemateca?!?! Ou o disponível online Nosferatu, sem ninguém se queixar da versão em inglês?!? E sim, é melhor do que a dobragem.
Uma pequena história: há alguns anos, quando ainda existia o Festival de Cinema da Figueira da Foz, um filme polaco foi exibido e traduzido em simultâneo. A senhora no palco traduzia o que via. Ninguém se queixou, nem ninguém percebeu se a tradução foi ou não má, apenas atrasada relativamente ao que se via :) Quem quis ver o filme, ficou até ao fim.
Outra história: se Vasco Granja tivesse emitido na RTP os filmes de animação checos na versão original, quantos portugueses mais não estariam hoje na República Checa, em vez de ocuparem este território à beira-mar plantado?
O nosso grande secretário de estado da cultura, com a complacência do nosso grande ministro das finanças, vê mais longe: a cultura a quem a pode traduzir. Notável, o que estes homens fazem pela cultura. A visão, senhores, que visão!!!!
08 outubro 2012
07 outubro 2012
Políticos e ciência e tecnologia
Politicians don’t understand science, so they expect it to do too much: “[A]nyone who is drunk with gadgets is a menace. Any choice he makes—particularly if it involves comparison with other countries—is much more likely to be wrong than right.”
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
Edward Hopper
Le mythe américain d'Edward Hopper: Le Grand Palais accueille la première rétrospective parisienne de l’œuvre d’Edward Hopper (1882-1967). Jusqu'au 28 janvier.
06 outubro 2012
05 outubro 2012
Da desilusão
António Borges pode chamar o que quiser aos empresários - é a sua opinião pessoal.
António Borges pode também opinar que se Portugal fosse Singapura, com uma "ditadura iluminada", podíamos estar melhor.
António Borges até pode ser contratado pelo Estado através da também sua empresa ABDL.
António Borges pode mesmo criticar as ajudas do Estado às empresas, quando a ABDL recebeu uns míseros 1.734,06 euros de subsídios pagos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional em 2008, no âmbito das Políticas de Emprego e Formação Profissional.
O que realmente preocupa é António Borges ter avançado para os serviços médicos e veterinários e assistência veterinária em Alter do Chão, com a Vetcrato. Estava António Borges já desiludido com a raça humana - e os portugueses em particular? Ou, depois de tratar dos humanos, vai dedicar-se aos animais? Coitados...
António Borges pode também opinar que se Portugal fosse Singapura, com uma "ditadura iluminada", podíamos estar melhor.
António Borges até pode ser contratado pelo Estado através da também sua empresa ABDL.
António Borges pode mesmo criticar as ajudas do Estado às empresas, quando a ABDL recebeu uns míseros 1.734,06 euros de subsídios pagos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional em 2008, no âmbito das Políticas de Emprego e Formação Profissional.
O que realmente preocupa é António Borges ter avançado para os serviços médicos e veterinários e assistência veterinária em Alter do Chão, com a Vetcrato. Estava António Borges já desiludido com a raça humana - e os portugueses em particular? Ou, depois de tratar dos humanos, vai dedicar-se aos animais? Coitados...
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
Três em Outubro
Emigrem! Buscar um futuro melhor noutros destinos é uma característica histórica do nosso povo. Na década de sessenta do século passado, milhares de Portugueses decidiram emigrar, à procura da liberdade e de melhores condições de vida. Não será de admirar, por conseguinte, que, também entre as novas gerações, muitos ponderem sair do País.
Votem no Rei! Existe uma alternativa muito clara à actual situação a que chegou a este regime, alternativa que passa por devolver a Portugal a sua Instituição Real e que, se não resolve por si só todos os nossos problemas actuais, será certamente – como o provam os vários países europeus que a souberam preservar – um grande factor de união popular, de estabilidade política e de esperança coletiva. Numa palavra, de progresso.
Estados-professor e estados-aluno: Não podemos aceitar que um País com oito séculos de História e que aderiu à Comunidade Europeia vai para três décadas tenha apenas para oferecer a uma Europa em crise o seu estatuto de "bom aluno" obediente e cumpridor, a que mediocremente e com incompreensível orgulho alguns o querem condenar. Esse estatuto menoriza-nos e infantiliza-nos. Nós, como país, povo, história, cultura, economia e sociedade, temos mais para oferecer à Europa do que apenas obediência acrítica e passividade conformada.
Votem no Rei! Existe uma alternativa muito clara à actual situação a que chegou a este regime, alternativa que passa por devolver a Portugal a sua Instituição Real e que, se não resolve por si só todos os nossos problemas actuais, será certamente – como o provam os vários países europeus que a souberam preservar – um grande factor de união popular, de estabilidade política e de esperança coletiva. Numa palavra, de progresso.
Estados-professor e estados-aluno: Não podemos aceitar que um País com oito séculos de História e que aderiu à Comunidade Europeia vai para três décadas tenha apenas para oferecer a uma Europa em crise o seu estatuto de "bom aluno" obediente e cumpridor, a que mediocremente e com incompreensível orgulho alguns o querem condenar. Esse estatuto menoriza-nos e infantiliza-nos. Nós, como país, povo, história, cultura, economia e sociedade, temos mais para oferecer à Europa do que apenas obediência acrítica e passividade conformada.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
Meteorologistas, tempestades e nomes
Winter Storm Naming Leaves Local Weathermen Out in the Cold: without consulting any other weather entities, The Weather Channel announced it would start naming winter storms, in addition to hurricanes.
Mil milhões de utilizadores? Dahhhh....
14 Things Besides Facebook With A Billion Users: Television - 1.4 billion households have TV, per the most recent count.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
Romney vs Obama
Romney Spoke Four Minutes Less, but Got in 541 More Words: Obama's word count was 7,350 words during the course of the debate, while Mitt Romney got out 7,891.
Romney Goes On Offense, Pays For It In First Wave Of Fact Checks: because Romney made more factual assertions, he's getting dinged more — at least in the early hours after the debate — by the fact checkers.
How Politicians Get Away With Dodging The Question: we have limited attention, and most of the time when we're watching debates, we spend that attention on social evaluation — Do we like this person? Do we trust this person? — and only generally monitor content.
Why we can’t stop watching the stupid presidential debates: We can crack the debates’ code, but we can’t rewrite it.
Meet the Secretive Corporation That Runs Our Presidential Debates: There you have it — the mostly invisible group organizing the debates is much more interesting than anything either candidate is likely to say during the lot of them.
The Twitter spin room: What happens when politics goes real-time: The debate between President Obama and Mitt Romney was the most tweeted-about event in U.S. political history — but is the kind of real-time commentary and instant analysis that Twitter provides a good thing or a bad thing for the political process or society as a whole?
Romney Goes On Offense, Pays For It In First Wave Of Fact Checks: because Romney made more factual assertions, he's getting dinged more — at least in the early hours after the debate — by the fact checkers.
How Politicians Get Away With Dodging The Question: we have limited attention, and most of the time when we're watching debates, we spend that attention on social evaluation — Do we like this person? Do we trust this person? — and only generally monitor content.
Why we can’t stop watching the stupid presidential debates: We can crack the debates’ code, but we can’t rewrite it.
Meet the Secretive Corporation That Runs Our Presidential Debates: There you have it — the mostly invisible group organizing the debates is much more interesting than anything either candidate is likely to say during the lot of them.
The Twitter spin room: What happens when politics goes real-time: The debate between President Obama and Mitt Romney was the most tweeted-about event in U.S. political history — but is the kind of real-time commentary and instant analysis that Twitter provides a good thing or a bad thing for the political process or society as a whole?
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
04 outubro 2012
03 outubro 2012
Lá como cá: pobres milionários
Almost 2,400 Millionaires Pocketed Unemployment Benefits: Almost 2,400 people who received unemployment insurance in 2009 lived in households with annual incomes of $1 million or more, according to the Congressional Research Service.
The report was released after about 1.1 million people exhausted their jobless benefits during the second quarter of 2012, when more than 4.6 million filed initial unemployment claims. Eliminating those payments to high earners is one idea being considered as U.S. lawmakers struggle to curb a projected $1.1 trillion deficit for the fiscal year that ended Sept. 30, with the nationwide jobless rate at 8.1 percent.
“Sending millionaires unemployment checks is a case study in out-of-control spending,” U.S. Senator Tom Coburn, an Oklahoma Republican, said...
The report was released after about 1.1 million people exhausted their jobless benefits during the second quarter of 2012, when more than 4.6 million filed initial unemployment claims. Eliminating those payments to high earners is one idea being considered as U.S. lawmakers struggle to curb a projected $1.1 trillion deficit for the fiscal year that ended Sept. 30, with the nationwide jobless rate at 8.1 percent.
“Sending millionaires unemployment checks is a case study in out-of-control spending,” U.S. Senator Tom Coburn, an Oklahoma Republican, said...
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
Governos só ficam preocupados quando há fome?
Can Riots Be Predicted? Experts Watch Food Prices: can food prices actually help predict when social unrest is likely to break out?
Yes, say a group of researchers who use mathematical modeling to describe how food prices behave. Earlier this summer, their model had predicted that the U.S. drought would push corn and wheat prices high enough to spark social unrest in other parts of the world.
"Now, of course, we do see this happening," says Yaneer Bar-Yam of the New England Complex Systems Institute in Cambridge, Mass. And unless those food prices come down, the researchers warned last week, more waves of riots are coming.
Obviously, there are complex social reasons why people riot.
Yes, say a group of researchers who use mathematical modeling to describe how food prices behave. Earlier this summer, their model had predicted that the U.S. drought would push corn and wheat prices high enough to spark social unrest in other parts of the world.
"Now, of course, we do see this happening," says Yaneer Bar-Yam of the New England Complex Systems Institute in Cambridge, Mass. And unless those food prices come down, the researchers warned last week, more waves of riots are coming.
Obviously, there are complex social reasons why people riot.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
É uma questão de transparência, estúpido!
Agora que a poeira assentou, podemos falar calmamente?
José Vítor Malheiros escreveu um artigo (A dívida existe mesmo?) que obteve uma resposta do Blasfémias (O José Vítor existe mesmo?) sobre a dívida pública nacional.
O artigo e as questões do colunista do Público não foram tão maus que, como alguém disse nos comentários no Blasfémias, originaram respostas de alguém que parece saber do assunto - e que não eram facilmente encontradas em mais lado nenhum pelo cidadão comum. No entanto, a maioria das respostas atira novamente o assunto para o domínio dos deuses económicos, com uma leve "nuance" de que é assunto dificilmente acessível aos "ignorantes".
Um exemplo: "pagar a dívida pública urgentemente é impossível. Para a pagar em 10 anos, precisávamos de um superavit de 12,5% ao ano. Para a pagar em 20, precisávamos de 6 e qualquer coisa por cento. Estamos muito longe de a poder pagar “urgentemente”. O que está em causa é, tão só, fazer com que a dívida não engorde mais e para isso, precisamos de conseguir atingir uma meta extremamente difícil: défice zero". Porquê?
Tal e qual como os "ignorantes" dos empresários com a TSU, há outros que precisam deste tipo de discurso descodificado - principalmente quando são quem paga essa dívida e não lêem jornais económicos. Tal como se defende a divulgação científica para ajudar a permear a ciência na sociedade, que tal facilitar a divulgação económico-financeira?
O facto de, como diz José Vítor Malheiros nos comentários no seu blogue, haver "grupos como a Iniciativa de Auditoria Cidadã a Dívida Pública ou o Comité para a Anulação da Dívida Pública Portuguesa - onde se encontram muitos economistas - [que] tentam fazer esse levantamento com êxito muito limitado" também não ajuda. A falha pode ser desses economistas.
Por tudo isto, o mais importante do artigo não foi atiçar o debate entre economistas ou para-economistas. Foi lembrar uma promessa, de um aspirante a primeiro-ministro em Maio de 2011, que então dizia: "O que quero é que haja transparência. O que precisamos é de mais transparência na vida pública".
O que era pedido no artigo também era simples: "Para começar, quanto devemos exactamente e a quem? Alguém já viu a lista das dívidas? Quem a certificou? Quem a auditou? Quem são os credores? E devemos de quê? O que comprámos? O que pedimos emprestado? Em que condições? Quando? Quem pediu? Quem recebeu? Onde e quando? Para onde entrou o dinheiro? Para que serviu?"
Sim, eu sei: RTFM, vai ler o Orçamento de Estado dos últimos 25 anos. Sim, eu sei, vai ler os orçamentos municipais e os (atrasados) relatórios do Tribunal de Contas, os Relatórios e Contas das empresas das PPP e dos hospitais e...
Obrigado, não é isso que quero nem desejo a qualquer ser humano, uma sociedade do século XXI a ler documentos em formato do século XV.
Como já todos sabemos que a culpa do défice é do centralão, a proposta que deve surgir em nome da transparência do Estado é outra. Por exemplo:
1) divulgação da contabilidade analítica que foi entregue à troika para se atingir o valor de 78 mil milhões de dívida;
2) divulgação detalhada das dívidas e encargos municipais, até porque com as eleições autárquicas em 2013 elas podem servir de arma de arremesso político entre candidatos, com vantagens para quem tem acesso a essa informação;
3) uma folha de merceeiro honesto com o deve e haver, actualizada regularmente, sobre a dívida à troika, bem como os encargos paralelos.
Em nome da transparência, para podermos olhar e comparar rapidamente do que falamos quando falamos de dívida e de cumprimento e de desespero e de esperança. Ah, e algo mais simples do que o relógio da dívida pública dos EUA (mas se não puder ser, que venha assim):
José Vítor Malheiros escreveu um artigo (A dívida existe mesmo?) que obteve uma resposta do Blasfémias (O José Vítor existe mesmo?) sobre a dívida pública nacional.
O artigo e as questões do colunista do Público não foram tão maus que, como alguém disse nos comentários no Blasfémias, originaram respostas de alguém que parece saber do assunto - e que não eram facilmente encontradas em mais lado nenhum pelo cidadão comum. No entanto, a maioria das respostas atira novamente o assunto para o domínio dos deuses económicos, com uma leve "nuance" de que é assunto dificilmente acessível aos "ignorantes".
Um exemplo: "pagar a dívida pública urgentemente é impossível. Para a pagar em 10 anos, precisávamos de um superavit de 12,5% ao ano. Para a pagar em 20, precisávamos de 6 e qualquer coisa por cento. Estamos muito longe de a poder pagar “urgentemente”. O que está em causa é, tão só, fazer com que a dívida não engorde mais e para isso, precisamos de conseguir atingir uma meta extremamente difícil: défice zero". Porquê?
Tal e qual como os "ignorantes" dos empresários com a TSU, há outros que precisam deste tipo de discurso descodificado - principalmente quando são quem paga essa dívida e não lêem jornais económicos. Tal como se defende a divulgação científica para ajudar a permear a ciência na sociedade, que tal facilitar a divulgação económico-financeira?
O facto de, como diz José Vítor Malheiros nos comentários no seu blogue, haver "grupos como a Iniciativa de Auditoria Cidadã a Dívida Pública ou o Comité para a Anulação da Dívida Pública Portuguesa - onde se encontram muitos economistas - [que] tentam fazer esse levantamento com êxito muito limitado" também não ajuda. A falha pode ser desses economistas.
Por tudo isto, o mais importante do artigo não foi atiçar o debate entre economistas ou para-economistas. Foi lembrar uma promessa, de um aspirante a primeiro-ministro em Maio de 2011, que então dizia: "O que quero é que haja transparência. O que precisamos é de mais transparência na vida pública".
O que era pedido no artigo também era simples: "Para começar, quanto devemos exactamente e a quem? Alguém já viu a lista das dívidas? Quem a certificou? Quem a auditou? Quem são os credores? E devemos de quê? O que comprámos? O que pedimos emprestado? Em que condições? Quando? Quem pediu? Quem recebeu? Onde e quando? Para onde entrou o dinheiro? Para que serviu?"
Sim, eu sei: RTFM, vai ler o Orçamento de Estado dos últimos 25 anos. Sim, eu sei, vai ler os orçamentos municipais e os (atrasados) relatórios do Tribunal de Contas, os Relatórios e Contas das empresas das PPP e dos hospitais e...
Obrigado, não é isso que quero nem desejo a qualquer ser humano, uma sociedade do século XXI a ler documentos em formato do século XV.
Como já todos sabemos que a culpa do défice é do centralão, a proposta que deve surgir em nome da transparência do Estado é outra. Por exemplo:
1) divulgação da contabilidade analítica que foi entregue à troika para se atingir o valor de 78 mil milhões de dívida;
2) divulgação detalhada das dívidas e encargos municipais, até porque com as eleições autárquicas em 2013 elas podem servir de arma de arremesso político entre candidatos, com vantagens para quem tem acesso a essa informação;
3) uma folha de merceeiro honesto com o deve e haver, actualizada regularmente, sobre a dívida à troika, bem como os encargos paralelos.
Em nome da transparência, para podermos olhar e comparar rapidamente do que falamos quando falamos de dívida e de cumprimento e de desespero e de esperança. Ah, e algo mais simples do que o relógio da dívida pública dos EUA (mas se não puder ser, que venha assim):
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
02 outubro 2012
01 outubro 2012
Política e desporto - uma questão de linguagem
The shared language of sport and politics: Sporting metaphors always overrun the language of politics in the English-speaking world at election time - and perhaps most of all in the US.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
Hiperactividade farmacêutica
Big Pharma's Newest Money-Making Scheme: Adult ADHD: There is good news and bad news about attention deficit/hyperactivity disorder (ADHD) -- that is, if you’re a drug company. The bad news is the kid market has peaked out with 4.5 million U.S. children now carrying the label. The good news is adult ADHD is an emerging market.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
30 setembro 2012
Sessão da tarde: Charlie Chaplin
An Annotated Charlie Chaplin Filmography — 82 Films with Links to Videos
29 setembro 2012
Presidente da ERC e (novas) competências
Presidente da ERC critica “ditadura do medo” na comunicação social: Carlos Magno defendeu o papel do regulador, dizendo que esta instituição também tem que “defender os cidadãos dos abusos dos média”.
Mas onde é que está essa defesa nas competências da ERC?
São atribuições da ERC no domínio da comunicação social:
a) Assegurar o livre exercício do direito à informação e à liberdade de imprensa;
b) Velar pela não concentração da titularidade das entidades que prosseguem actividades de comunicação social com vista à salvaguarda do pluralismo e da diversidade, sem prejuízo das competências expressamente atribuídas por lei à Autoridade da Concorrência;
c) Zelar pela independência das entidades que prosseguem actividades de comunicação social perante os poderes político e económico;
d) Garantir o respeito pelos direitos, liberdades e garantias;
e) Garantir a efectiva expressão e o confronto das diversas correntes de opinião, em respeito pelo
princípio do pluralismo e pela linha editorial de cada órgão de comunicação social;
f) Assegurar o exercício dos direitos de antena, de resposta e de réplica política;
g) Assegurar, em articulação com a Autoridade da Concorrência, o regular e eficaz funcionamento dos mercados de imprensa escrita e de áudio-visual em condições de transparência e equidade;
h) Colaborar na definição das políticas e estratégias sectoriais que fundamentam a planificação do espectro radioeléctrico, sem prejuízo das atribuições cometidas por lei ao ICP-ANACOM;
i) Fiscalizar a conformidade das campanhas de publicidade do Estado, das Regiões Autónomas
e das autarquias locais com os princípios constitucionais da imparcialidade e isenção da Administração Pública;
j) Assegurar o cumprimento das normas reguladoras das actividades de comunicação social.
Mas onde é que está essa defesa nas competências da ERC?
São atribuições da ERC no domínio da comunicação social:
a) Assegurar o livre exercício do direito à informação e à liberdade de imprensa;
b) Velar pela não concentração da titularidade das entidades que prosseguem actividades de comunicação social com vista à salvaguarda do pluralismo e da diversidade, sem prejuízo das competências expressamente atribuídas por lei à Autoridade da Concorrência;
c) Zelar pela independência das entidades que prosseguem actividades de comunicação social perante os poderes político e económico;
d) Garantir o respeito pelos direitos, liberdades e garantias;
e) Garantir a efectiva expressão e o confronto das diversas correntes de opinião, em respeito pelo
princípio do pluralismo e pela linha editorial de cada órgão de comunicação social;
f) Assegurar o exercício dos direitos de antena, de resposta e de réplica política;
g) Assegurar, em articulação com a Autoridade da Concorrência, o regular e eficaz funcionamento dos mercados de imprensa escrita e de áudio-visual em condições de transparência e equidade;
h) Colaborar na definição das políticas e estratégias sectoriais que fundamentam a planificação do espectro radioeléctrico, sem prejuízo das atribuições cometidas por lei ao ICP-ANACOM;
i) Fiscalizar a conformidade das campanhas de publicidade do Estado, das Regiões Autónomas
e das autarquias locais com os princípios constitucionais da imparcialidade e isenção da Administração Pública;
j) Assegurar o cumprimento das normas reguladoras das actividades de comunicação social.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
Rais parta a realidade!
Afinal, quem aumentou a despesa pública?: Nos últimos 30 anos, a despesa pública aumentou de 29% para 45% do PIB. Um aumento do peso do Estado na economia de 16,3 pontos percentuais, dos quais 12,1 p.p. (75%) aconteceram em governos liderados pelo PSD e apenas 4,2 em governos PS.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
A ler antes de ter teleopinião
PARECER SOBRE UM MODELO DE DELIBERAÇÃO PARA FINANCIAMENTO DO CUSTO
DOS MEDICAMENTOS, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida
DOS MEDICAMENTOS, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
28 setembro 2012
27 setembro 2012
26 setembro 2012
25 setembro 2012
24 setembro 2012
23 setembro 2012
22 setembro 2012
21 setembro 2012
20 setembro 2012
19 setembro 2012
18 setembro 2012
17 setembro 2012
16 setembro 2012
O que aconteceu à pub nos jornais entre 1950 e 2012
Newspaper Advertising Collapse: Thanks to the precipitous decline in the last ~7 years, the industry is now back to where we it was in 1950. And it's only slightly better off when you factor in online revenue.
Journalism professor Jay Rosen of NYU observes that the peak year was the one in which blogging software first appeared.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
15 setembro 2012
14 setembro 2012
De 1902
World's first colour moving pictures discovered: The world's first colour moving pictures dating from 1902 have been found by the National Media Museum in Bradford after lying forgotten in an old tin for 110 years.
The discovery is a breakthrough in cinema history.
The discovery is a breakthrough in cinema history.
13 setembro 2012
12 setembro 2012
Leitura projectada de jornais
The Daily News: Digital reading is here to stay, so I guess traditionalist will have to adopt it one day!
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
Que conhecimento científico transmitir numa frase em caso de cataclismo?
Richard Feynman On The One Sentence To Be Passed On To The Next Generation: all things are made of atoms — little particles that move around in perpetual motion, attracting each other when they are a little distance apart, but repelling upon being squeezed into one another.
David Bowie e a história de Ziggy Stardust
The Story of Ziggy Stardust: How David Bowie Created the Character that Made Him Famous
A ascensão dos tecnólogos no jornalismo...
News Corp picks Cheesbrough to lead technology strategy: News Corp is promoting its News International (UK) chief information officer (CIO) Paul Cheesbrough to drive its technology initiatives and reorganisation, as it begins separating corporate IT systems. [...]
Rupert Murdoch: “I am delighted to expand the scope of his leadership to encompass all of our publishing, media and entertainment assets.”
Rupert Murdoch: “I am delighted to expand the scope of his leadership to encompass all of our publishing, media and entertainment assets.”
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
11 setembro 2012
Boa questão
With Digitally Trackable Cash, Did We Just Lose Our Last Opt-Out From Surveillance Society? The future of your dollars is as sci-fi and dystopian as anything else, sorry.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
Obama vs Romney
Where the Party Platforms Stand on Internet Issues: With less than 10 weeks to go before the election, Republicans and Democrats, released party platforms outlining their visions for the future: a comparison on where the parties stand on broadband adoption, net neutrality rules, spectrum auctions, and intellectual property protections.
Barack Obama's foreign policy, by the numbers: a quick rundown of some of the numbers underlying his foreign policy over the past four years:
Confidence in Obama in Europe (2009 - 2012): 86% - 80%
Confidence in Obama in Muslim countries (2009 - 2012): 33% - 24%
Confidence in Obama in Russia (2009 - 2012): 37% - 36%
Confidence in Obama in China (2009 - 2012): 62% - 38%
Barack Obama's foreign policy, by the numbers: a quick rundown of some of the numbers underlying his foreign policy over the past four years:
Confidence in Obama in Europe (2009 - 2012): 86% - 80%
Confidence in Obama in Muslim countries (2009 - 2012): 33% - 24%
Confidence in Obama in Russia (2009 - 2012): 37% - 36%
Confidence in Obama in China (2009 - 2012): 62% - 38%
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
ECOPOL
25 para 1
Newspapers get $1 in new digital ad revenue for every $25 in print ad revenue lost: Newspaper Association of America advertising statistics, posted last week, show $798 million in print losses for the first half of 2012 compared to the same period a year ago. That is only slightly offset by a $32 million gain in digital. The ratio of losses to gains is 25 to 1.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
10 setembro 2012
Economia num minuto
60-Second Adventures in Economics: An Animated Intro to The Invisible Hand and Other Economic Ideas
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
09 setembro 2012
08 setembro 2012
Dos zero aos 100
In October 2011 I started documenting people in the city of Amsterdam, approaching them in the street and asking them to say their age in front of the camera. My aim was to 'collect' a group of 100 people, from age 0 to 100. At first my collection grew fast but slowed down when it got down to the very young and very old.
07 setembro 2012
06 setembro 2012
05 setembro 2012
04 setembro 2012
Uma década
que remetia então para a newsletter enviada pela primeira vez a 15 de Fevereiro de 2002 (e o Zite do download da Internet continua a funcionar!!). O primeiro post autónomo seria a 19 de Setembro. 10 anos, é muito tempo.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
:
NOTA
03 setembro 2012
02 setembro 2012
Devem os jornais aumentar o seu preço?
Why newspapers must raise their price: There is no elasticity in newspaper prices. In other words, a significant price hike won’t necessarily translate into a material drop in circulation. But the extra money raised in the process will provide welcomed help for investments in digital technologies.
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
01 setembro 2012
Questões para jornalistas
What is a publisher anymore, anyway? A blog is a magazine. A magazine a blog. A newspaper a WordPress install. A Twitter account a journalist.
The physical and experiential boundaries that defined mediums have dissolved, continue to dissolve. Differences in types of content are now largely semantic.
There was a time when “blog” was a word derided by journalists. There was a time when nytimes.com would not host a blog. Would not dare put bloggers beneath their banner. Not place them within their shrine. The Atlantic, too. Others, also. Now, many of their sections look like blogs. Feel like blogs. Are run atop blog software.
It’s not that blogs were bad and newspapers confused. It was that blogs were fast, are fast—really fast. Even faster than newspapers, which were the fastest printed thing. Blogs have gotten better at thinking slow while publishing fast. Newspapers have figured out how to tame and shape the wild essence of a blog.
And so what about Facebook pages? A Facebook page is a blog, which is a part of a newspaper, a piece of a magazine. You can post long articles, short articles, and image galleries. You can edit posts. You can remove posts. There are authors, a chronology. No, you don’t have much control over the look and feel, but is that strictly necessary in the beginning?
Our New Shrines
The physical and experiential boundaries that defined mediums have dissolved, continue to dissolve. Differences in types of content are now largely semantic.
There was a time when “blog” was a word derided by journalists. There was a time when nytimes.com would not host a blog. Would not dare put bloggers beneath their banner. Not place them within their shrine. The Atlantic, too. Others, also. Now, many of their sections look like blogs. Feel like blogs. Are run atop blog software.
It’s not that blogs were bad and newspapers confused. It was that blogs were fast, are fast—really fast. Even faster than newspapers, which were the fastest printed thing. Blogs have gotten better at thinking slow while publishing fast. Newspapers have figured out how to tame and shape the wild essence of a blog.
And so what about Facebook pages? A Facebook page is a blog, which is a part of a newspaper, a piece of a magazine. You can post long articles, short articles, and image galleries. You can edit posts. You can remove posts. There are authors, a chronology. No, you don’t have much control over the look and feel, but is that strictly necessary in the beginning?
Our New Shrines
.
ContraFactos & Argumentos
0
contra(s)
Democracia incandescente ou apenas lâmpadas com um pouco de mercúrio
Hoje, acabam-se as lâmpadas incandescentes na Europa.
"O que parece ser uma boa notícia", como aqui se alertava em Março de 2007, demonstra tão bem a democracia europeia: "Nowhere is the bureaucratic influence of European government agencies as powerful as in the delirium of energy efficiency.
"The EU has made a decision without consulting citizens and, in doing so, it has massively intervened in our quality of life," says [Rudolf] Hannot, the light-bulb activist. This paternalism and lack of transparency almost aggravates him more than doing without the stronger, warmer light of incandescent light bulbs. The makers of the documentary film "Bulb Fiction" even speculate that the European light-bulb lobby, including major companies like Philips and Osram, are behind the demise of the cheaper incandescent light bulb given the much larger profit margins associated with more expensive energy-saving light bulbs."
O documentário Bulb Fiction (aqui, em alemão) mereceu uma declaração de peritos da Comissão Europeia que, entre outras coisas, confirma a existência de (pouco) mercúrio nestas fantásticas lâmpadas: "the content of mercury in those lamps is very low and adverse health effects from exposure to mercury after accidental breakage of the lamps are not expected".
Mas, como cita a Der Spiegel, "for chemist Michael Braungart, the new products are "a crime" owing to the highly toxic mercury they contain. "In the name of protecting the environment, the EU is forcing its citizens to bring toxic waste into their homes," says Braungart, who calls the legislation "perverse."
In a 2010 study, the German Federal Environment Agency (BMU) concluded that if one of the bulbs is accidentally broken, it is sufficient to simply open the windows and air out the space. But even if the bulbs are not broken, disposal is problematic. Since the EU does not require retailers to take back the bulbs, 80 percent end up in household garbage, leaving the mercury to ultimately seep into the soil or groundwater."
E, assim, as tais lâmpadas ecológicas vão mercurizar os solos ou o lençol freático. Parabéns, eurodeputados. Brilhante, para usar uma linguagem mais iluminada.
(imagem daqui)
"O que parece ser uma boa notícia", como aqui se alertava em Março de 2007, demonstra tão bem a democracia europeia: "Nowhere is the bureaucratic influence of European government agencies as powerful as in the delirium of energy efficiency.
"The EU has made a decision without consulting citizens and, in doing so, it has massively intervened in our quality of life," says [Rudolf] Hannot, the light-bulb activist. This paternalism and lack of transparency almost aggravates him more than doing without the stronger, warmer light of incandescent light bulbs. The makers of the documentary film "Bulb Fiction" even speculate that the European light-bulb lobby, including major companies like Philips and Osram, are behind the demise of the cheaper incandescent light bulb given the much larger profit margins associated with more expensive energy-saving light bulbs."
O documentário Bulb Fiction (aqui, em alemão) mereceu uma declaração de peritos da Comissão Europeia que, entre outras coisas, confirma a existência de (pouco) mercúrio nestas fantásticas lâmpadas: "the content of mercury in those lamps is very low and adverse health effects from exposure to mercury after accidental breakage of the lamps are not expected".
Mas, como cita a Der Spiegel, "for chemist Michael Braungart, the new products are "a crime" owing to the highly toxic mercury they contain. "In the name of protecting the environment, the EU is forcing its citizens to bring toxic waste into their homes," says Braungart, who calls the legislation "perverse."
In a 2010 study, the German Federal Environment Agency (BMU) concluded that if one of the bulbs is accidentally broken, it is sufficient to simply open the windows and air out the space. But even if the bulbs are not broken, disposal is problematic. Since the EU does not require retailers to take back the bulbs, 80 percent end up in household garbage, leaving the mercury to ultimately seep into the soil or groundwater."
E, assim, as tais lâmpadas ecológicas vão mercurizar os solos ou o lençol freático. Parabéns, eurodeputados. Brilhante, para usar uma linguagem mais iluminada.
(imagem daqui)
Subscrever:
Mensagens (Atom)











