This comprehensive volume discusses the various challenges of establishing and maintaining accountable and democratically controlled intelligence services, drawing both from states with well-established democratic systems and those emerging from authoritarian systems and in transition towards democracy.
Excerto: Controlling and Overseeing Intelligence Services in Democratic States
What is Intelligence? [I]s the collection and analysis of information, presented to policy-makers in a form that will help them in their decision-making process and their choice of policy options. Intelligence can be directed externally towards foreign entities such as other states and non-state actors. It can also be directed against perceived domestic threats to the security of the state and society, which is traditionally known as security or security intelligence.
Culturas, economia e política, tecnologia e impactos sociais, media, contaminantes sociais, coisas estranhas... Cultures, economy and politics, technology and social impacts, media, social contamination, weird stuff...
05 julho 2007
Tim Berners-Lee em Lisboa
para falar do futuro da WWW, a 21 de Setembro, na Fourth Ministerial eGovernment Conference.
Ajuda para quem quer emigrar...
...para os Estados Unidos: Do you have what it takes to become a citizen?
04 julho 2007
A propósito do dia da independência :)
Journalists dole out cash to politicians (quietly): Whether you sample your news feed from ABC or CBS (or, yes, even NBC and MSNBC), whether you prefer Fox News Channel or National Public Radio, The Wall Street Journal or The New Yorker, some of the journalists feeding you are also feeding cash to politicians, parties or political action committees.
MSNBC.com identified 143 journalists who made political contributions from 2004 through the start of the 2008 campaign, according to the public records of the Federal Election Commission. Most of the newsroom checkbooks leaned to the left: 125 journalists gave to Democrats and liberal causes. Only 16 gave to Republicans. Two gave to both parties. [...]
There's a longstanding tradition that journalists don't cheer in the press box. They have opinions, like anyone else, but they are expected to keep those opinions out of their work. Because appearing to be fair is part of being fair, most mainstream news organizations discourage marching for causes, displaying political bumper stickers or giving cash to candidates.
Traditionally, many news organizations have applied the rules to only political reporters and editors. The ethic was summed up by Abe Rosenthal, the former New York Times editor, who is reported to have said, "I don't care if you sleep with elephants as long as you don't cover the circus."
But with polls showing the public losing faith in the ability of journalists to give the news straight up, some major newspapers and TV networks are clamping down. They now prohibit all political activity — aside from voting — no matter whether the journalist covers baseball or proofreads the obituaries.
Já agora, esta questão é tanto mais importante com o voto electrónico
Eleições viciadas? (e o frágil destino dos votos lisboetas nas eleições autárquicas em 2001)
Eleições autárquicas de 2001. Viciadas?
Eleições autárquicas de 2001. Viciadas?
Esta seria uma "guerra" interessante...
MEP plans EU build ban on cars faster than 100mph (162 km/hour): The EU Parliament's environment committee is considering a proposal to ban all cars capable of exceeding 100 mph (162 km/hour) from 2013. The proposal, put forward by LibDem MEP Chris Davies, is based on the arguments that cars that go faster than 100 mph are "over-engineered to a ridiculous degree", and that for safety reasons, they need to be heavier, and hence to burn more fuel.
Os jornalistas agricultores
Alguns provedores, editores ou jornalistas descobriram agora o que o Governo anda a preparar para o controlo do jornalismo há uns anos, desde a sua tomada de posse. De repente, são MIL (ainda não são tantos mas para lá caminham...), e são sempre os mesmos desde que haja um nome sonante à frente da coisa.
Assumem-se como um "grupo de jornalistas" "constatando que se encontra em marcha o mais violento ataque à liberdade de Imprensa em 33 anos de democracia" e que "decidiu juntar a sua voz à de todos os cidadãos e entidades que se têm pronunciado sobre a matéria e manifestam publicamente o seu repúdio por todo o edifício jurídico aprovado pela Assembleia da República".
Mas juntam a voz a quem? Importam-se de repetir e dar casos concretos dos cidadãos e entidades? E a que "edifício jurídico" se estão a referir? Não era bom clarificar as coisas para sabermos do que estamos a falar para qualquer jornalista ou cidadão poder aderir em consciência ao MIL?
O Sindicato dos Jornalistas, não vá perder a pedalada perante movimentos independentes (o termo é meu), acelera e acelera e acelera.
Joaquim Vieira coloca as coisas nuns devidos termos: "Foi preciso que o parlamento (ou melhor, o PS) aprovasse na generalidade o novo Estatuto do Jornalista, quase dois anos após o projecto governamental ter vindo a público, para que os profissionais começassem finalmente a organizar-se para o contestarem na sua essência, a de um perigoso ataque ao direito constitucional da liberdade de expressão e informação (e não nas questões meramente corporativas antes suscitadas pelo Sindicato), ataque esse que, em articulação com outras medidas em curso no mesmo sentido, sugere a existência de uma ofensiva para asfixiar o jornalismo livre. O Movimento Informação é Liberdade tem coisas criticáveis, como uma indefinida, inexplicada e não fundamentada promessa de auto-regulação, além de uma outra de «controlo» (?) do acesso à profissão e do seu exercício, mas é bom que exista e que alerte para o que se está a passar. Só se espera que o Presidente da República venha a ser sensível a este grave problema".
Este "grave problema" faz-me lembrar a eterna (desde a adesão à CEE) luta dos agricultores que criticam o ministério e a sempiterna escassez dos fundos comunitários. O ministro diz qualquer coisa como "atão saiam da União Europeia". Os agricultores continuam montados nos seus jipes.
A lista de jornalistas apoiantes é como a lista dos agricultores: chegam tarde - muito tarde - à discussão finalizada, apresentam nada excepto o seu nome, mas querem estar presentes na manifestação em que todos vão atirar uns inócuos tomates. Claro que nessa altura é tarde demais - já é, não será?
Era bom que explicassem para onde querem ir. Por exemplo, quem dos MIL assinantes poderá agora entrevistar qualquer dos governantes da área da comunicação social sem assumir ser do MIL? Por exemplo...
Assumem-se como um "grupo de jornalistas" "constatando que se encontra em marcha o mais violento ataque à liberdade de Imprensa em 33 anos de democracia" e que "decidiu juntar a sua voz à de todos os cidadãos e entidades que se têm pronunciado sobre a matéria e manifestam publicamente o seu repúdio por todo o edifício jurídico aprovado pela Assembleia da República".
Mas juntam a voz a quem? Importam-se de repetir e dar casos concretos dos cidadãos e entidades? E a que "edifício jurídico" se estão a referir? Não era bom clarificar as coisas para sabermos do que estamos a falar para qualquer jornalista ou cidadão poder aderir em consciência ao MIL?
O Sindicato dos Jornalistas, não vá perder a pedalada perante movimentos independentes (o termo é meu), acelera e acelera e acelera.
Joaquim Vieira coloca as coisas nuns devidos termos: "Foi preciso que o parlamento (ou melhor, o PS) aprovasse na generalidade o novo Estatuto do Jornalista, quase dois anos após o projecto governamental ter vindo a público, para que os profissionais começassem finalmente a organizar-se para o contestarem na sua essência, a de um perigoso ataque ao direito constitucional da liberdade de expressão e informação (e não nas questões meramente corporativas antes suscitadas pelo Sindicato), ataque esse que, em articulação com outras medidas em curso no mesmo sentido, sugere a existência de uma ofensiva para asfixiar o jornalismo livre. O Movimento Informação é Liberdade tem coisas criticáveis, como uma indefinida, inexplicada e não fundamentada promessa de auto-regulação, além de uma outra de «controlo» (?) do acesso à profissão e do seu exercício, mas é bom que exista e que alerte para o que se está a passar. Só se espera que o Presidente da República venha a ser sensível a este grave problema".
Este "grave problema" faz-me lembrar a eterna (desde a adesão à CEE) luta dos agricultores que criticam o ministério e a sempiterna escassez dos fundos comunitários. O ministro diz qualquer coisa como "atão saiam da União Europeia". Os agricultores continuam montados nos seus jipes.
A lista de jornalistas apoiantes é como a lista dos agricultores: chegam tarde - muito tarde - à discussão finalizada, apresentam nada excepto o seu nome, mas querem estar presentes na manifestação em que todos vão atirar uns inócuos tomates. Claro que nessa altura é tarde demais - já é, não será?
Era bom que explicassem para onde querem ir. Por exemplo, quem dos MIL assinantes poderá agora entrevistar qualquer dos governantes da área da comunicação social sem assumir ser do MIL? Por exemplo...
03 julho 2007
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